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Previsão FUVEST 2015 – História

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A FUVEST se notabiliza por cobrar processos históricos e não informações muito específicas. Muita atenção para os seguintes assuntos: na chamada Antiguidade Clássica, em Grécia, a democracia ateniense. No caso de Roma Antiga, a transição da República para o Império, a crise da República, o governo de Otávio Augusto e a transição da Idade Antiga para a Idade Média, que ocorre justamente com a crise do Império Romano, e a crise do escravismo. Não se esqueça das invasões bárbaras.

 

Durante o período feudal, destaque a atuação da Igreja Católica e retome também as Cruzadas. As relações servis de produção (suserania, vassalagem), as relações de poder. Muito cuidado mais uma vez para a transição! No caso a transição da Idade Média para a Idade Moderna, considere as mudanças importantes que estão acontecendo nesse período: é o caso dessa verdadeira revolução cultural que é o Renascimento, a transformação espiritual que acontece nos primórdios da Idade Moderna. Com a Reforma Protestante, Anglicanismo, Luteranismo e o Calvinismo.

 

Temos também o Iluminismo. O Iluminismo é uma revolução intelectual que vai influenciar vários processos de emancipação e também revoluções na transição da Idade Moderna para a Contemporânea. As ideias iluministas atuam sobre movimentos emancipacionistas no Brasil, como a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana, a independência das treze Colônias da América do Norte, ou seja, a Independência dos Estados Unidos, a independência do Brasil e a da América Espanhola. A própria Revolução Francesa é outro assunto que merece a sua atenção!

 

Muito cuidado para os temas das Civilizações Pré-Colombianas: Astecas, Maias, Incas e a colonização espanhola na América, trabalho compulsório indígena (a encomienda e a mita).

 

Já entrando na Idade Contemporânea, o destaque recai sobre a Revolução Industrial, o neocolonialismo e o imperialismo. Não se esqueça do Centenário da Grande Guerra. Atente para o nazifascismo, o período entre guerras a Crise de 29 e a Guerra Fria. Não esqueça dos 25 anos da Queda do Muro de Berlim, um marco na crise do socialismo real.

 

Em relação à História do Brasil, a escravidão negra é sempre um assunto trabalhado, em sua relação com o processo de independência. Mais uma vez faz-se relevante a questão dos processos históricos, ou seja, a transição do Brasil Colonial para o Brasil Independente, com ênfase na transferência da Família Real Portuguesa para o Brasil, a abertura dos portos e os tratados de 1810. Pense na transição do Império para a República, ou seja, a Crise do Império, o final do governo de D. Pedro II e neste caso, o movimento abolicionista, a Guerra do Paraguai. No Segundo Império, atente para a expansão cafeeira e para o surto industrial.

 

Já na chamada Primeira República ou República Velha, destaque para as relações de poder em âmbito local: coronelismo, voto de cabresto, a Política dos Governadores, a Política do Café-com-Leite. Em 2014, não se esqueça, estamos lembrando também os 60 anos do suicídio de Getúlio Vargas, então atente para temas como o populismo, leis trabalhistas e Estado Novo, o período mais autoritário da Era Vargas.

 

Já na república liberal, atenção para o governo JK, com o chamado Plano de Metas, com o slogan “Cinquenta anos de progresso em cinco anos de governo”, o governo João Goulart, e mais uma transição, a da república liberal para o regime militar. O Golpe Militar acontece justamente contra o governo de João Goulart, depois que ele anuncia as chamadas reformas de base que serão interpretadas como uma ameaça comunista. Finalmente, no regime militar, atente para os Atos Institucionais, como o AI-2 que institui o bipartidarismo (MDB, partido da oposição consentida, e  Arena, partido da situação, que dava apoio ao regime), e o AI-5, que escancara de vez o regime militar. Não se esqueça do governo Médici, que corresponde aos “Anos de Chumbo” do período, o auge do autoritarismo, com torturas, assassinatos e o fim inclusive do processo de resistência armada, com o assassinato dos seus principais líderes.

 

Cuidado mais uma vez a transição em direção à redemocratização, com governo Geisel, que registra o caso Vladimir Herzog, e o governo do presidente Figueiredo, o último presidente do regime militar. Reflita sobre a Lei da Anistia, a Reforma Partidária e, principalmente, para a campanha das Diretas Já.

 

No chamado período da “Nova República”, atente para a Constituição de 88, a Constituição Cidadã, que ainda está em vigor. E também, para o governo Collor, o impecheament, e a política neoliberal no governo FHC.

 

É isso aí, boa sorte!

 

Prof. Dimas

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