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Fuvest promete mudanças no vestibular 2019

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A Fuvest 2019 vai chegar cheia de novidades. A começar pela inscrição, na qual o estudante deverá realizá-la por modalidade, isto é, no seu ato o candidato deverá optar entre ampla concorrência e sistema de reserva de vagas. Na segunda opção de escolha (sistema de reserva), ainda há a separação em duas categorias: aluno oriundo de ensino médio em escola pública e de ensino médio em escola pública autodeclarado preto, pardo ou indígena (PPI). A meta com essas ações afirmativas é que, para o ingresso em 2019, seja atingido o percentual de 40% das vagas ofertadas com candidatos que se encaixam nesses perfis.

Porém, a alteração mais significativa para o vestibular deste ano diz respeito à segunda fase. Até o ano passado, a segunda fase era realizada em 3 dias: no primeiro dia, prova de Língua Portuguesa e Redação; no segundo dia, 16 questões dissertativas e interdisciplinares (história, geografia, inglês, física, matemática, química e biologia); e, por fim, no terceiro dia ocorria a prova específica. No caso de Medicina Pinheiros, específica para física, biologia e química e, no caso de Medicina Bauru ou Ribeirão Preto, específica para geografia, química e biologia. Para 2019, a Fuvest retirará o segundo dia. Dessa forma, a segunda fase será composta pela prova de Língua Portuguesa e Redação (primeiro dia) e a prova específica (segundo dia).

“A USP adotou essa mudança pensando no estudante. O processo seletivo para entrar em uma universidade pública é desgastante. Ao invés dele ficar 72 horas sob o estresse de provas, agora serão dois dias”, disse o pró-reitor de Graduação Edmund Chada Baracat.

 

Para contrabalancear a diminuição de um dia na segunda fase, poderá haver acréscimo na prova específica. Nessa prova, a quantidade de disciplinas requerida passou de duas a três para duas a quatro, a critério de cada unidade da USP. “Analisando essa alteração para até quatro matérias específicas e fazendo um paralelo com outros importantes vestibulares (Sistema Misto da Unifesp, por exemplo), vejo como possível para carreira de medicina a inclusão de matemática nessa prova, ou até mesmo uma outra combinação como física, biologia, química e geografia”, afirma Nando Nizoli, Coach da Unidade Hexag Medicina Higienópolis.

 

Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não refletem necessariamente a opinião do Hexag.

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Sobre o autor

Felipe Filatte

Coach da Unidade Hexag Medicina São José dos Campos

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